sexta-feira, 12 de abril de 2019

O 11 de abril marca o Dia Mundial de Conscientização do Parkinson

Quando é hora de pensar em cirurgia para tratar o Parkinson


Por meio de uma cirurgia, é possível implantar um marca-passo no cérebro do paciente com Parkinson. (Ilustração: Erika Onodera/SAÚDE é Vital)


O 11 de abril marca o Dia Mundial de Conscientização do Parkinson, doença neurodegenerativa que afeta 1% dos idosos do mundo, cerca de 200 mil deles no Brasil. Apesar de mais conhecida pelos tremores e enrijecimento muscular, ela também prejudica o sistema urinário, intestino, olfato e pode provocar depressão e dores articulares.
Não há cura para a condição, caracterizada pela queda brusca e intensa na concentração de dopamina, um neurotransmissor envolvido no controle dos movimentos. Os remédios mais utilizados no tratamento repõem essa substância, mas podem deixar de funcionar depois de um tempo.
“A partir do quinto ano de diagnóstico, um quarto dos indivíduos terá flutuação motora relacionada ao medicamento”, explica Murilo Martinez Marinho, coordenador de neurocirurgia funcional no Hospital São Paulo, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Nessa situação, os movimentos involuntários pioram quando o efeito do comprimido passa, algumas horas após a aplicação.
Mesmo com o ajuste de doses, os sintomas às vezes continuam atrapalhando a vida. O efeito benéfico dos fármacos, por sua vez, fica cada vez mais curto – em certos episódios, ele não passa de uns poucos minutos livres de tremores.
Para esses casos mais severos, há alternativas como a estimulação cerebral profunda (ECP). Trata-se de uma cirurgia que insere uma espécie de marca-passo em uma região do cérebro. Isso para reduzir as alterações motoras e até o consumo de fármacos.

Quem pode fazer a estimulação cerebral profunda

Além das pessoas com flutuação motora, aquelas com mais de quatro anos de doença, cujos sintomas deixaram de responder aos remédios mesmo após o aumento da dose. “Até quem foi diagnosticado recentemente, mas tem tremores incapacitantes e refratários ao tratamento convencional, beneficia-se da neuroestimulação”, comenta Marinho.
Há ainda um último grupo, mais raro, que teria indicação para essa técnica. São os sujeitos que têm intolerância gastrointestinal ao uso da medicação ou que sofrem demais com seus efeitos colaterais (náuseas e sonolência, entre outros).
A neuroestimulação está incluída no rol de procedimentos a serem cobertos pelos planos de saúde e é realizada em alguns centros de referência do Sistema Único de Saúde (SUS).

Como funciona o marca-passo e a cirurgia

O dispositivo envia sinais elétricos constantes e pode ser colocado em três núcleos diferentes do cérebro que estão envolvidos com o Parkinson. A escolha pelo local da instalação na massa cinzenta é baseada nos sintomas de cada pessoa. Geralmente, a área estimulada é o núcleo subtalâmico, o mais associado às alterações motoras.
A cirurgia se divide em duas partes. Na primeira, um gerador é inserido na área da clavícula. Na segunda etapa, esse equipamento é conectado a dois eletrodos, que são colocados pela parte frontal da cabeça. “As incisões ali são pequenas, menores que uma moeda de dez centavos”, aponta Martinho.
O indivíduo fica acordado durante esse processo para que, uma vez que os eletrodos estejam no lugar, os médicos avaliem ao vivo e a cores a fala, a coordenação motora e os tremores.
Se for necessário, há ajuste no posicionamento dos dispositivos. Com tudo certo, uma anestesia geral é aplicada para finalizar a instalação. Alguns dispositivos recarregáveis chegam a durar 15 anos antes que uma troca seja mandatória.

Vantagens da abordagem cirúrgica

Essa terapia tem evoluído desde os anos 1980, quando começou a ser utilizada para tratar a doença de Parkinson. Um estudo publicado em 2012 no Journal of American Medicine (JAMA), feito com veteranos do exército americano, mostrou que o método proporciona, em média, até quatro horas a mais sem tremores por dia.
“Outros trabalhos demonstram melhora em sintomas não motores, como sono, dores e fadiga”, destaca Marinho. Um trabalho alemão, de 2013, comparou 251 pacientes e observou uma melhora de 26% na qualidade de vida de quem passou pela ECP. O grupo que ficou apenas no tratamento medicamentoso viu esse índice piorar em 1%, segundo os dados do estudo, conduzido pela Universidade de Kiel e extraído de um compêndio da empresa Medtronic, que produz um desses marca-passos.
Agora, não estamos falando de uma cura definitiva. “Problemas no equilíbrio e dificuldades na fala podem aparecer, mas não se trata de um efeito colateral da cirurgia, e sim uma progressão natural da doença”, aponta Marinho.

Outros tratamentos para Parkinson

Além da estimulação elétrica, novas opções de terapias chegaram nos últimos anos, como as bombas de infusão que liberam remédios direto no aparelho digestivo do paciente ou as infusões subcutâneas com o mesmo papel. E o futuro com certeza reserva mais progressos.
Entre as linhas de pesquisa, há neuroestimuladores modernos, capazes de monitorar a atividade cerebral e fornecer dados que ajudem a escolher o melhor tratamento. Remédios à base de canabidiol, um dos princípios ativos da maconha, também demonstraram aliviar os sintomas diários em estudos.
Há até outras abordagens mais ousadas. Em novembro de 2018, experts japoneses anunciaram um transplante de células-tronco em um portador de Parkinson para estimular a produção natural de dopamina – aquele neurotransmissor que fica em falta na doença, se lembra?
O homem será acompanhado por dois anos para verificar se houve alguma melhora. Enquanto isso, a ciência trabalha. “O Parkinson é prevalente e os números tendem a aumentar com o envelhecimento da população. Até por isso há inúmeros estudos para combatê-la”, encerra Marinho.


O que é o exame de PSA para câncer de próstata

O exame de PSA é bastante usado para detectar o câncer de próstata. (Foto: Dulla/SAÚDE é Vital)
PSA é a sigla para Prostate-Specific Antigens, ou antígenos específicos da próstata em português. O que são esses tais antígenos? Tratam-se de moléculas produzidas por essa glândula, inclusive quando ela está saudável. O que muda, na verdade, é a quantidade de PSA em circulação quando algum homem apresenta um câncer de próstata, por exemplo. Daí veio a ideia dos especialistas: fazer um exame para medir a concentração dessa partícula no sangue para verificar a presença dessa e de outras doenças.

Para que serve o exame de PSA

Para detectar precocemente casos de câncer de próstata e outras condições, como a hiperplasia prostática benigna e a prostatite. O PSA é solicitado no início das investigações médicas. Outros exames complementam o diagnóstico, como o toque retal.
Aliás, o toque retal – ainda cercado de preconceitos bobos – não seria indicado para o rastreamento inicial do câncer de próstata, mas é frequentemente pedido por ser rápido e barato. Converse com um profissional para avaliar o seu caso especificamente.

Como o teste é feito

Uma amostra de sangue é colhida e enviada ao laboratório para análise. No geral, os médicos pedem a medição do PSA total, mas podem também requisitar a quantidade de PSA livre – ou seja, a quantidade que não está ligada à nenhuma proteína, se houver alterações nos resultados.
Recentemente, chegou ao Brasil o Prostate Health Index (PHI), ou Índice de Saúde da Próstata. Ele usa uma terceira fração do PSA para fazer um diagnóstico mais certeiro e reduzir a necessidade de biópsias.

Os resultados

O PSA total é considerado normal quando está em até 2,5 ng/ml. Se varia entre 2 e 10ng/ml, o médico pode pedir o PSA fracionado para avaliar melhor o quadro.
Mas atenção: a taxa de PSA no corpo aumenta naturalmente com a idade. Fora que alguns casos de câncer sequer apresentam alterações significativas nos níveis da molécula. Em outras palavras, a interpretação do resultado deve ser individualizada.

Periodicidade

O Ministério da Saúde e o Instituto Nacional de Câncer (Inca) não recomendam que o exame de PSA seja utilizado para rastreamento populacional do câncer de próstata. Isso porque, às vezes, ele acusa um câncer maligno que, na verdade, não está lá. Ou apenas detecta quadros benignos, que não exigiriam biópsias agressivas na sequência.
Agora, isso não quer dizer que esse teste é uma porcaria. Pelo contrário. O que se preconiza é consultar um médico para que ele determine a necessidade de fazer o exame (e a regularidade) de acordo com particularidades de cada paciente.
Indivíduos com histórico familiar de tumores na próstata, por exemplo, começam a ser monitorados geralmente a partir dos 40 anos. Homens negros via de regra também merecem atenção especial.
O fato é: quando adequado a cada paciente, o teste de PSA pode ajudar muito.

Cuidados e contraindicações

Qualquer intervenção na próstata pode aumentar o nível de PSA em circulação. O próprio toque retal provoca alterações que interferem nos resultados, assim como a biópsia, a realização prévia de colonoscopia e até uma ejaculação recente. Portanto, é crucial seguir as orientações de preparo para o exame e, se for o caso, refazer a avaliação. O ideal é colher o PSA antes de outros testes.
Fontes: William Pedrosa, endocrinologista do Grupo Hermes Pardini, em São Paulo, e nota técnica 001/2015 do Instituto Nacional do Câncer.




Fonte : https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-o-exame-de-psa-para-cancer-de-prostata/

quarta-feira, 10 de abril de 2019

O que é a gripe H1N1 ?



O vírus H1N1 da gripe tem suas particularidades (Ilustração: Erika Onodera/SAÚDE é Vital)
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O H1N1 ficou famoso há uma década, quando uma epidemia desse subtipo do vírus da gripe provocou 2 mil mortes no Brasil. Em 2018, ele foi responsável por 65% dos óbitos decorrentes dessa doença. E ainda preocupa em 2019, porque já registrou vítimas fatais – especialmente no Amazonas, que inclusive antecipou sua campanha de vacinação para conter o surto.
O H1N1 causa os mesmos sintomas das outras versões do vírus influenza: febre alta, mal-estar, dor de cabeça, espirros e tosse. A diferença estaria no risco de complicações.
“Ele é um pouco mais virulento. Ou seja, multiplica-se rapidamente no organismo e provoca mais casos graves em jovens, asmáticos e gestantes”, comenta Rosana Richtmann, infectologista do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo.
O H1N1 integra o time dos vírus influenza tipo A, do qual o H3N2 também faz parte. Esse agente infeccioso, aliás, parece ser mais perigoso para os idosos.
A outra família de influenza, do tipo B, geralmente se manifesta de maneira mais branda, segundo Hélio Bacha, infectologista do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. Os especialistas alertam, porém, que as diferenças de agressividade entre os subtipos da gripe são tênues, até porque dependem das constantes mutações que esses vírus sofrem. Em resumo, todos preocupam.
“Temos uma concepção de que o risco é maior quando se trata do H1N1, mas a gripe é uma ameaça sempre, principalmente quando há outras doenças presentes”, reforça Bacha. “Até o tipo B pode ser perigoso”, completa.

O que é diferente no H1N1

Basicamente, a estrutura do vírus, que possui algumas proteínas diferentes. Além disso, assim como todos os membros da família, o H1N1 sofre mutações frequentes – daí a necessidade de tomar a vacina anualmente, principalmente nas campanhas nacionais. O imunizante é atualizado de acordo com as variedades que estão circulando pelo mundo.
A boa notícia é que as mutações mais impactantes, com potencial extra para fazer estragos, são esporádicas. “A cada seis ou sete anos, temos mudanças mais significativas. Aí costumamos ter epidemias maiores, porque o sistema imune da população não conhece aquele agente, como ocorreu no Brasil anos atrás”, explica Bacha.


Fonte : https://saude.abril.com.br/medicina/o-que-e-a-gripe-h1n1-sintomas-diagnostico-vacina-e-tratamento/

vacinação contra a gripe 2019

Começa a campanha de vacinação contra a gripe 2019: quem pode tomar

A vacina da gripe já está disponível para os grupos de risco em todo o país. Saiba quem tem direito a ela e até quando vai a campanha nacional

 

A vacina contra a gripe está disponível para alguns grupos de risco (Foto: Dulla/SAÚDE é Vital)
Começa nesta quarta-feira, 10 de abril de 2019, a campanha nacional de vacinação contra a gripe. A princípio, os postos de saúde distribuirão doses da vacina trivalente até o dia 31 de maio para os grupos prioritários.
Em uma primeira fase que vai até o dia 21 de abril, serão priorizadas crianças com idade entre 1 e 6 anos incompletos, grávidas em qualquer período gestacional e puérperas (mulheres até 45 dias após o parto). A escolha, de acordo com o Ministério da Saúde, foi feita por causa da maior vulnerabilidade do grupo.
A partir de 22 de abril, todo o público-alvo da campanha vai ter direito à vacina. Além do pessoal já mencionado, estão incluídos:
  • Trabalhadores da saúde
  • Povos indígenas
  • Idosos
  • Professores de escolas públicas e privadas
  • Pessoas com doenças crônicas ou imunidade baixa
  • Jovens sob medidas socioeducativas
  • Funcionários do sistema prisional
  • Pessoas privadas de liberdade
A escolha dos grupos segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). A meta é vacinar pelo menos 90% dos grupos elegíveis. Agora, todos se beneficiam da vacinação. Mesmo fora das turmas prioritárias, é possível conseguir sua dose na rede privada – os valores vão de 100 a 200 reais.

Fonte : https://saude.abril.com.br/medicina/comeca-a-campanha-de-vacinacao-contra-a-gripe-2019-quem-pode-tomar/

 

Você sabe o que é Hiperplasia Prostática Benigna?

A próstata está localizada abaixo da bexiga em homens e produz componentes do fluído de sêmen.




Mais de metade dos homens com mais de 60 anos tem aumento da próstata. Esta condição é denominada hiperplasia prostática benigna (HPB) ou hipertrofia benigna da próstata. Não se sabe exatamente por que este aumento ocorre. No entanto, não é câncer e não provoca câncer. É importante mencionar que alguns homens podem apresentar sintomas da HPB enquanto outros não.

Sintomas


Micção frequente. O sintoma mais comum da HPB é a vontade de urinar com mais frequência, inclusive durante a noite. Isso ocorre porque a próstata pressiona a uretra, que conduz a urina para fora do corpo. Devido a pressão, os músculos da bexiga passam a trabalhar mais para liberar a urina. A bexiga, eventualmente, pode começar a se contrair, mesmo quando apenas uma pequena quantidade de urina está presente, criando a vontade de urinar com mais frequência.

Dificuldade para urinar. A pressão sobre a uretra pela próstata aumentada e o trabalho suplementar exigido aos músculos da bexiga pode levar a outros sintomas da HPB como, por exemplo, demora para iniciar a micção e urinar com um fluxo mais fraco do que antes. O homem pode sentir que ainda há urina dentro da bexiga mesmo após ter acabado de urinar.

Incapacidade de urinar. Se a HPB bloqueia completamente a uretra, pode resultar em incapacidade de urinar. Isto também pode ocorrer como resultado de infecções ou se os músculos da bexiga se tornam excessivamente fracos. A incapacidade de urinar é uma condição séria que pode danificar permanentemente os rins ou a bexiga. Neste caso, deve-se procurar um pronto socorro de urgência.

É importante consultar um médico se o homem começa a apresentar sintomas da HPB.

Quem pode ter HPB?


A próstata cresce ao longo da vida de um homem, começando na puberdade e novamente a partir dos 25 anos de idade em diante. Normalmente, o homem não apresenta sintomas do aumento de tamanho da próstata antes dos 40 anos, mas até 90% dos homens têm sintomas de HPB após os 85 anos, cerca de um terço dos homens com sintomas apresentarão algum transtorno evidente de HPB.

Não se sabe porque a próstata continua crescendo ao longo da vida de um homem. Hormônios como a testosterona, di-hidrotestosterona (DHT) e estrogênio podem estar envolvidos na regulação do crescimento da glândula.

Por outro lado a vasectomia e a atividade sexual não aumentam o risco de HBP. Tampouco não se sabe porque alguns homens têm sintomas enquanto outros não.

Os sintomas da HPB também podem ser sintomas de outras doenças, incluindo tumores e infecções, por isso a importância de consultar um médico se aparecem sintomas, para realizar o diagnóstico correto e descartar outras possíveis causas.

Devemos lembrar que alguns dos sintomas da HBP são os mesmos do câncer de próstata. No entanto, a HPB é muito mais comum do que o câncer de próstata.

Diagnóstico


O diagnóstico da HBP baseia-se nos sintomas que o homem apresenta, seu histórico clínico e resultados de alguns exames, como:

  • Toque retal, para avaliar o tamanho e forma da próstata.
  • Ultrassom.
  • Biópsia da próstata.
  • Estudos do fluxo de urina.
  • Cistoscopia, para observar o interior da bexiga.

Tratamento


O tratamento da HPB vai depender dos sintomas apresentados e sua intensidade. Infecções recorrentes, problemas para urinar, incontinência urinária e danos aos rins podem impactar significativamente na qualidade de vida do homem. Alguns medicamentos ou cirurgia podem ajudar se os sintomas são severos.

Medicamentos para Fluxo de Urina


Os medicamentos, como os bloqueadores alfa, são prescritos para tratar a pressão alta e podem ajudar a relaxar os músculos da bexiga e próstata, permitindo que a urina flua mais livremente. Os bloqueadores alfa incluem silodosina, alfuzosina, tamsulosina, doxazosina e terazosina. Um efeito colateral comum destes medicamentos é diminuir ou provocar ausência de ejaculação.

Medicamentos para parar o Crescimento da Próstata

Inibidores da 5-alfa redutase são drogas que podem parar o crescimento da próstata ou mesmo diminuir seu tamanho. Eles agem através da redução da produção do hormônio DHT. Exemplos destes medicamentos são a dutasterida e a finasterida. A desvantagem destes fármacos é que eles podem diminuir o desejo sexual e provocar disfunção erétil, podendo demorar até um ano para se perceber os benefícios do uso destes medicamentos.

Combinação de Medicamentos


Em alguns casos tomar mais de um medicamento pode ser benéfico. Combinar um medicamento que retarda o crescimento da próstata com um que relaxa os músculos da bexiga pode funcionar melhor do que as mesmas drogas administradas individualmente.

Procedimentos Invasivos


Quando os medicamentos não são eficazes para o alívio dos sintomas, procedimentos para remover o excesso de tecido da próstata devem ser considerados. Dois procedimentos normalmente podem ser realizados no consultório de um urologista: ablação transuretral por agulha (TUNA) e ablação por radiofrequência e terapia transuretral com micro-ondas (TUMT). Estes procedimentos são menos invasivos do que a cirurgia convencional e podem ser realizados em menos de uma hora.

Cirurgia


A ressecção transuretral da próstata (RTUP) é um procedimento cirúrgico para HPB. Nesta técnica um instrumento é inserido através do pênis e uretra para remover uma parte de tecido prostático. A cirurgia a laser transuretral é mais comumente realizada. Existem diferentes procedimentos com laser:

  • Vaporização fotoseletiva (PVP). Usada para evaporar tecido da próstata em excesso abrindo o canal urinário.
  • Ablação por laser Holmium (HoLAP). Similar ao PVP.
  • Enucleação a laser de Hólmio (HoLEP). Para emoção do excesso de tecido que obstrui a uretra.

Conduta Expectante


Se o homem apresentar sintomas leves, o médico pode sugerir observar a evolução do quadro clínico por um tempo determinado. Um check-up anual ou com mais frequência pode ser necessário. Em alguns casos a doença nunca precisará de quaisquer tratamentos se os sintomas não piorarem. Na verdade, os sintomas tendem a se resolver por conta própria em até um terço dos casos leves de HPB.

Mudanças no Estilo de Vida


Algumas mudanças no estilo de vida podem ajudar no alívio dos sintomas, como por exemplo:

  • Reduzir o consumo de álcool e cafeína.
  • Evitar beber líquidos na hora de dormir, e ingerir pequenas quantidades ao longo do dia.
  • Evitar o uso de descongestionantes e anti-histamínicos.
  • Praticar exercícios regularmente.
  • Criar o hábito de ir ao banheiro quando tiver mais vontade.
  • Esvaziar totalmente a bexiga, aguardar um momento e tentar novamente.
  • Praticar técnicas de relaxamento e contra o estresse.

Hiperplasia Prostática Benigna x Sexualidade

Algumas evidências sugerem que homens mais velhos com HPB podem ter mais problemas sexuais e alguns medicamentos usados para tratar a HPB podem provocar problemas de ereção e ejaculação. É importante conversar com o médico, ser honesto e deixar os pudores de lado para esclarecer suas dúvidas. Eventualmente a troca de medicação poderá resolver esses problemas.

Finalmente muitos homens não sabem que têm HPB e outros nunca apresentarão sintomas. Mas, para aqueles que não tiverem sintomas importantes, existem várias opções de tratamento disponíveis.

Sempre consulte o seu médico se notar alguma mudança ou o aparecimento de quaisquer sintomas.




Fonte
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http://www.oncoguia.org.br/conteudo/voce-sabe-o-que-e-hiperplasia-prostatica-benigna/9594/426/

sexta-feira, 5 de abril de 2019

A entrega dos troféus,vencedores dos concursos carnavalescos 2019

Prefeitura do Recife premia vencedores dos concursos carnavalescos
A partir das 16h deste domingo (7), serão entregues, no Teatro Apolo, os troféus dos vencedores dos grupos 1 e 2 do Concurso de Agremiações e dos primeiros colocados dos concursos de Passistas e Porta Estandarte, Flabelista, Mestre Sala e Porta Bandeira
Domingo (7) vai ser dia de matar a saudade de Momo. A partir das 16h, será realizada a última cerimônia de premiação dos vencedores dos concursos carnavalescos de 2019, promovidos pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação de Cultura Cidade do Recife.
Com direito a orquestra e muito frevo, serão premiados os brinquedos e brincantes vencedores dos grupos 1 e 2 do Concurso de Agremiações, além dos primeiros colocados dos concursos de Passistas e Porta Estandarte, Flabelista, Mestre Sala e Porta Bandeira.
A entrega dos troféus será no Teatro Apolo, na Rua do Apolo, Bairro do Recife, numa cerimônia aberta ao público. 



Fonte e Reprodução : http://www2.recife.pe.gov.br/

Ciclo Junino !

Prefeitura do Recife inscreve propostas artísticas para o Ciclo Junino 2019
Artistas interessados em se apresentar no ciclo têm até o próximo dia 22 para se habilitar e apresentar suas propostas de espetáculos

Começaram os preparativos para o Ciclo Junino 2019. O milho já foi plantado, com a bênção de São José, e as quadrilhas já estão ensaiando suas sonoras e sincronizadas coreografias. Agora a Prefeitura do Recife convoca os artistas a habilitarem seus projetos de espetáculo para celebrar o santo do carneirinho e seus vizinhos de calendário em cima dos palcos.

As inscrições seguem até o próximo 22. No site www.culturarecife.com.br, é possível acessar o edital do Ciclo Junino e os vários documentos que deverão ser preenchidos, impressos e entregues pelos artistas proponentes e/ou seus representantes legais. O posto de atendimento fica no térreo do prédio sede da Prefeitura do Recife, na Avenida Cais do Apolo, 925, Bairro do Recife.

Entre os documentos exigidos, estão: o histórico do Artista, Grupo ou da Agremiação que irá se apresentar, comprovado por registros como vídeo com duração mínima de três minutos (obrigatório) nos formatos AVI, DIVX, WMA e MP4, fotos de apresentações/ensaios, material gráfico/impresso, entre outros.

A avaliação artística das propostas inscritas será feita por uma comissão, formada por representantes da administração municipal e do Conselho Municipal de Política Cultural, a partir de critérios como a trajetória do artista, sua representatividade, criatividade e adequação ao ciclo.

O resultado final do processo de habilitação artística será publicado no Diário Oficial do Município e disponibilizado no site www.culturarecife.com.br. Dúvidas e informações referentes a esta Convocatória poderão ser respondidas através do endereço eletrônico centralfccr@gmail.com ou pelo telefone (81) 3355-9013.


Fonte e Reprodução : http://www2.recife.pe.gov.br/

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Procissões do Encerro e dos Passos do Recife

Procissões do Encerro e dos Passos do Recife serão nesta quinta e sexta-feira
Consideradas duas das mais antigas manifestações religiosas ainda realizadas no Brasil, as Procissões do Encerro e Passos da Paixão de Cristo da cidade do Recife ocorrem nesta quinta e sexta-feira, 4 e 5 de abril. Os cortejos completam 365 anos em 2019.
Estas procissões quaresmais acontecem quinze dias antes da Semana Santa e além de retratar a religiosidade popular trazida de Portugal, recordam um capítulo da história política e social-cultural de Pernambuco e do Brasil. O ato litúrgico foi criado em 1954 em pagamento de uma promessa dos comandantes militares portugueses e brasileiros após a expulsão dos holandeses da Capitania de Pernambuco.
A Procissão do Encerro do Recife será nesta quinta-feira, 4. Primeiro, será celebrada a Santa Missa na Igreja Madre de Deus, no bairro do Recife, a partir das 17h. Logo depois, os fiéis seguem em direção à Basílica Nossa Senhora do Carmo, no bairro de Santo Antônio. Durante o cortejo, os participantes recordarão o momento em que Jesus se retira para o Horto das Oliveiras para rezar e é preso. O andor com a imagem do Cristo seguirá coberta por um tecido roxo.
Já na sexta-feira, 5, o percurso é o inverso. Desta vez, o rito recebe o nome de Procissão dos Passos. Na Basílica do Carmo, com horário previsto para às 17h, haverá a Celebração Eucarística. Só após, os participantes seguirão até a Igreja Madre de Deus. Na ocasião, os fiéis meditarão sobre os sete passos que marcaram o caminho de Jesus até o Calvário, onde foi crucificado.
Na Praça da Independência, um dos momentos mais marcantes do percurso. O encontro da imagem do Bom Jesus dos Passos com a de Nossa Senhora das Dores é sempre um momento de emoção.
As procissões são realizadas pela Venerável Irmandade do Senhor Bom Jesus dos Passos.
 

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https://www.youtube.com/watch?v=4jk3yjcY9Hw&feature=youtu.be

Procissão do Encerro
Local: Igreja Madre de Deus – Bairro do Recife
Dia: 04 de abril de 2019
Horário: Missa às 17h

Procissão do Senhor Bom Jesus dos Passos
Local: Basílica Nossa Senhora do Carmo – Bairro de Santo Antônio
Dia: 05 de abril de 2019
Horário: Missa às 17h